ADOÇÃO


Em casos de adoção as varas de família buscam resolver conflitos relacionados a processos de guarda, adoção, interdição, separação/divórcio e destituição do pátrio poder.


 Nos casos de adoção deve se ter um amplo conhecimento da infância e adolescência para realização de uma psicoterapia, assim como o dinamismo da família, para garantir o bem estar de todos os envolvidos. Utilizando-se inclusive do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).


    A decisão quanto à guarda não é do psicólogo, ele apenas fornecerá dados que embasarão a decisão do juiz. Para isso, ele se utiliza de entrevistas, visitas ao domicílio do casal e análise de dados coletados – sobre valores, atitudes e crenças dos envolvidos no processo de adoção. Desta forma, o psicólogo avalia e emite pareceres e relatórios técnicos que indicam positivamente ou não a adoção, fazendo prevalecer sempre as necessidades da criança ou do adolescente.  Cabe a ele também analisar os aspectos relacionados com a aceitação, adaptação e integração da criança dentro da família, principalmente se o casal que está adotando tem filhos biológicos, bem como com os demais familiares, para a reconstrução de uma nova vivência.


   * A destituição do pátrio poder retira dos pais todos os direitos sobre o filho, que poderá ficar sob a tutela de uma outra família até a maioridade. A destituição pode acontecer em casos de abuso sexual na família, negligência, maus tratos…